Na última semana, a empresa de streaming voltou com uma nova temporada da ótima série “Master of None”. Mas antes de falar sobre essa segunda temporada, vou falar um pouco sobre a primeira, pois muita gente pode não ter acompanhado.
Sendo mais um acerto da Netflix, a primeira temporada traz dez episódios contando a história do aspirante a ator Dev Shah (Aziz Ansari). As dificuldades enfrentadas por Dev são rotineiras e muito comuns a de qualquer pessoa que tem de lidar com os desafios da vida adulta. Manter o emprego, enfrentar preconceitos, ter um relacionamento, o medo de envelhecer, relação com a família, são apenas alguns pontos discutidos de maneira bem-humorada na série.
Dev e seus amigos lidam com esses desafios no decorrer da série. E o que mais chama a atenção, é a proximidade que a série traz com seus expectadores, e essa foi à intenção de Aziz, que além de protagonizar a série também a escreveu.
Master of None é muito musical. Sua trilha é muito boa e seus produtores dizem que a percepção em relação à música é fundamental para a compreensão da história. Outro ponto alto são os diálogos rotineiros dos personagens, que tratam de assuntos comuns entre os personagens e os que assistem a série. Redes sociais, marcas, preferências, séries assistidas, são falados sem medo de fazer merchandising.Me referi a preconceito acima pois Master of None trata de temas sérios e atuais. Questões de preconceito étnico, questões de gênero, empoderamento feminino, homossexualidade, sexualidade, entre outros temas são discutidos abertamente e com diálogos muito interessantes, e claros sem perder o humor, que é o ponto alto na série.
Confesso que de maneira simples, ela já figura entre minhas séries favoritas. E não, não é possível não se apaixonar por Dev e seus amigos totalmente fora da casinha.
Segunda temporada
No último dia 12 de maio, a Netflix disponibilizou todos os dez episódios da segunda temporada desse amorzinho de série. E eu como estava muito ansiosa por esses novos episódios, devorei tudo muito rapidamente. Afinal foram um ano e meio de espera entre uma temporada e outra. E posso garantir que está tão boa e engraçada quanto a primeira. Dev agora enfrenta as dificuldades de um fim de relacionamento, e nada melhor para se animar, do que passar uma estadia na belíssima Itália.
Com o objetivo de aprender a fazer massas, ele embarca de cabeça nessa nova cultura incluindo aprender a “parlare italiano” (falar italiano). E o primeiro episódio esteticamente é muito bonito, pois é todo em preto e branco.
Em Moderna, ele conhece a bela Francesca, que a princípio não parece ter grande importância na trama, porém no decorrer da série sua personagem cresce e acaba sendo muito importante para a história.
Quando Dev decide voltar para Nova York, seus amigos carismáticos e adorados por quem acompanha a produção, voltam a seu convívio (para nossa extrema alegria). Denise, Arnold e Brian voltam com suas ótimas histórias, o que sem dúvida é um ponto alto da série.E como na primeira temporada, muitos temas polêmicos estão em pauta. Homossexualidade, preconceitos raciais e étnicos, entre outras temáticas fazem parte do dia a dia desses personagens.
Eu não me canso de falar para todos que conheço, e indicar sempre essa série. Como mencionei acima é muito pouco divulgada pela empresa, mas é uma das melhores produções no estilo “humor” que assisti nos últimos tempos.
Se fosse definir Master of None em algumas palavras, seria leveza e diversão. Apesar de tratar de temas pesados e cheio de questionamentos, Aziz consegue tornar tudo leve e extremamente agradável para quem assiste. É uma produção riquíssima nos diálogos e deixa uma mensagem muito importante sobre suas temáticas.
Bom acho que exagerei no tamanho da resenha hoje rsrsrs
Mas se você chegou até aqui na leitura, saiba que vale muito a pena dar uma chance para Dev e suas belas e incríveis histórias.
Se eu recomendo Master of None? Eu SUPER RECOMENDO Master of None!
Até a próxima, meus caros!




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